
Abde Ezzalzouli pode falhar o Mundial 2026 depois de se lesionar no particular contra a Noruega: exames iniciais sugerem entorse no ligamento lateral interno do joelho direito, com paragem estimada entre três e quatro semanas. O extremo do Betis, autor de 15 golos e 9 assistências na época passada, vê agora em risco a sua participação no Grupo C, que inclui Brasil, Escócia e Haiti.
Abde Ezzalzouli em risco de perder o Mundial 2026
Abde Ezzalzouli saiu lesionado ao intervalo do particular entre Marrocos e Noruega e foi substituído com queixas no joelho direito. Os primeiros exames apontam para uma entorse do ligamento lateral interno, com um período de recuperação preliminar de três a quatro semanas. Essa janela coloca em risco a presença do extremo no arranque do Campeonato do Mundo.
O lance e a lesão
Durante um lance de canto a favor da Noruega, Chadi Riad caiu sobre a perna de Abde na sequência do embate com um adversário. O jogador do Betis dobrou-se imediatamente de dor e teve de abandonar o jogo ao intervalo. A equipa médica da seleção realizou exames iniciais que motivaram a previsão de ausência temporária, sujeita à confirmação por imagens complementares.
Impacto para a seleção de Marrocos
A possível baixa de Abde é um problema táctico para Marrocos: o extremo trouxe dinamismo, largura e capacidade de finalização à equipa nas últimas temporadas. Com a estreia marcada para 13 de junho frente ao Brasil, qualquer indisponibilidade altera a construção de opções ofensivas e obriga o selecionador a ajustar o plano de jogo — seja trocando o perfil dos alas, seja variando a ocupação dos espaços interiores.
O que representa para o Betis
No plano de clubes, Abde chega numa sequência de rendimento elevado ao serviço do Real Betis (15 golos e 9 assistências na última época). Uma paragem agora compromete não só a preparação de Marrocos como também o início da próxima época no clube espanhol e o seu valor desportivo para o projeto. O Betis acompanhará de perto a evolução dos exames e a recuperação.
Próximos passos e perspetivas
Estão por realizar exames complementares (ressonância magnética) que confirmarão extensão da lesão e cronograma de recuperação. Se a estimativa de três a quatro semanas se mantiver, a participação no jogo inaugural a 13 de junho ficará praticamente inviabilizada. Em termos práticos, a seleção terá de antecipar alternativas e o clube gerir a reabilitação com cautela para evitar recaídas.
Por que isto importa
Perder um atleta com a capacidade goleadora e a velocidade de Abde é uma perda tangível para Marrocos num grupo exigente. A sua ausência reduzirá opções de profundidade e exigirá medidas tácticas. Para o jogador, trata-se de um teste à gestão física e mental antes de um momento de projeção global como o Mundial — e para a equipa técnica, um exercício de adaptação rápida.
A Bola



