
Inglaterra venceu a Croácia por 4–2 em Dallas, com Harry Kane marcando dois gols e Jude Bellingham e Marcus Rashford completando a vitória. A Croácia empatou duas vezes no primeiro tempo, mas perdeu ritmo na etapa final; a vitória deixa a seleção de Thomas Tuchel líder provisória do Grupo L e dá impulso ao seu projeto ofensivo rumo às próximas rodadas da Copa do Mundo.
Inglaterra 4–2 Croácia — resultado, nomes e cenário
Inglaterra bateu a Croácia por 4–2 em Dallas, pelo Grupo L da Copa do Mundo. Harry Kane marcou duas vezes, Jude Bellingham fez um golaço no início do segundo tempo e Marcus Rashford fechou o placar. A Croácia reagiu duas vezes no primeiro tempo com Baturina e Musa, mas cedeu espaço na etapa final e viu os ingleses controlar o jogo.
Como o placar foi construído
Primeiro tempo: abertura de Kane e reação croata
O jogo começou nervoso, com a Croácia tentando dominar, mas a Inglaterra mais incisiva nas transições. Aos 8 minutos, Kane converteu pênalti repetido após intervenção do VAR. A Croácia respondeu aos 35 com Baturina e igualou novamente aos 49 com Musa, aproveitando falhas de marcação na área inglesa.
Segundo tempo: Bellingham muda o tom, seleção administra
Logo no primeiro minuto da etapa final, Bellingham recebeu lançamento e finalizou cruzado para recolocar a Inglaterra na frente. O gol ajustou o controle emocional: os ingleses passaram a pressionar alto, recuperar bolas e criar chances seguidas. Aos 39, Rashford selou a vitória com um belo drible e finalização no canto, após arrancada de Saka que iniciou a jogada.
Destaques individuais
Harry Kane — Mais uma vez decisivo como referência de área; aproveitou a presença em bolas paradas e a frieza nas cobranças. Jude Bellingham — Gol rápido e influência na construção; impôs ritmo, fez a transição e equilibrou criatividade e intensidade defensiva. Marcus Rashford — Entrou em posição de finalizador e deu o passe final em uma jogada que evidenciou velocidade e leitura de espaço. Croácia — Mostrou qualidade técnica e capacidade de reação, mas faltou consistência física e agressividade na recomposição.

Análise tática e implicações
Tuchel armou uma seleção que equilibra verticalidade e domínio nas segundas bolas. A Inglaterra foi eficiente em transições rápidas e na ocupação de espaços entre linhas adversárias, sobretudo explorando os corredores. A Croácia, com Modrić e as peças de qualidade, teve momentos de controle, porém sucumbiu ao desgaste e à profundidade inglesa na segunda etapa.
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O que isso significa para o Grupo L
A vitória coloca a Inglaterra em posição confortável no início da disputa pelo primeiro lugar. O saldo de gols e a confiança coletiva são fatores que podem pesar nas próximas rodadas. Para a Croácia, há lições claras sobre intensidade e concentração por 90 minutos; é uma derrota que exige ajustes, não um colapso.
O que observar adiante
Inglaterra enfrenta Gana na próxima rodada — teste para ver se mantém intensidade e flexibilidade tática contra um adversário físico. Croácia joga contra o Panamá e precisa recuperar energia e foco defensivo. A performance de Bellingham e a forma de Kane serão determinantes para as ambições inglesas.
Conclusão
Vitória segura, embora construída em um jogo de alto risco no primeiro tempo. A Inglaterra demonstrou capacidade de reagir emocionalmente e de buscar o controle quando necessário; a Croácia, por sua vez, mostrou talento, mas falta de persistência para sustentar a pressão por 90 minutos. Esses elementos definirão os próximos passos de ambos no Grupo L da Copa do Mundo.
Ig



