
Com Ancelotti testando um 4-3-3 e Vini Jr adiantado, o Brasil chega ofensivo ao duelo no Ajinomoto Stadium; apostadores podem preferir vitória brasileira e over 1.5 gols ou handicap -1 a favor do Brasil, dada a instabilidade defensiva do Japão e o poder de fogo canarinho.
Último treino e clima tático antes de Brasil x Japão
A seleção brasileira realizou o último treino em Tóquio antes do amistoso contra o Japão, com Carlo Ancelotti comandando apenas sua segunda atividade desde a goleada por 5 a 0 sobre a Coreia do Sul. O técnico fez mudanças significativas na montagem da equipe, mantendo apenas três jogadores considerados “intocáveis”: Bruno Guimarães, Casemiro e Vinícius Júnior.
Formação e ajustes de Ancelotti
Ancelotti deve adotar um 4-3-3, desfazendo o quadrado ofensivo que vinha sendo usado. Lucas Paquetá foi escalado para ligar meio-campo e ataque, enquanto Bruno Guimarães recua um pouco para atuar mais próximo de Paquetá e alternar o abastecimento dos atacantes. Vini Júnior será o jogador mais avançado, quase um centroavante, com Luiz Henrique e Gabriel Martinelli completando o trio ofensivo.
Casemiro: retorno e liderança
Casemiro, que não era convocado desde outubro de 2023 nas eliminatórias, voltou à equipe com a chegada de Ancelotti — o treinador já o havia comandado no Real Madrid — e reassume a braçadeira de capitão, papel que pode carregar no Mundial de 2026.
Defesa e goleiro: novidade no gol
Como prometido, Hugo Souza (Corinthians) será o titular no gol. A linha defensiva deve contar com Paulo Henrique (lateral-direito), Fabrício Bruno e Lucas Beraldo no miolo, e Carlos Augusto na lateral-esquerda. Três dos defensores atuam em clubes brasileiros, o que reforça a identificação com o estilo local.
Situação do ataque e reservas
Estevão, Matheus Cunha e Rodrygo ficam no banco; Vinícius Jr é a referência ofensiva no esquema testado por Ancelotti. A equipe titular deve ser: Hugo Souza; Paulo Henrique, Fabrício Bruno, Lucas Beraldo e Carlos Augusto; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Luiz Henrique, Vinícius Junior e Gabriel Martinelli.
Contexto histórico do confronto
O Japão nunca venceu o Brasil: em 13 duelos, são 11 derrotas e dois empates. Entre as derrotas está o 4 a 1 na fase de grupos da Copa de 2006. No último encontro, um amistoso em 2022, o Japão perdeu por 1 a 0. Esses antecedentes pesam psicologicamente e estatisticamente para o confronto desta terça-feira.
Provável escalação do Japão e expectativa de jogo
O Japão deve ir a campo com: Seung-gyu Kim; Sakai, Itakura, Taniguchi e Nagatomo; Endo, Morita e Ito; Minamino, Doan e Asano. Espera-se um jogo com domínio territorial do Brasil e oportunidades por conta da movimentação de Paquetá e Guimarães, mas o adversário buscará transições rápidas e explorar eventuais espaços nas laterais.
Implicações para apostas
Com a escalação ofensiva e o histórico favorável, o favoritismo recai sobre o Brasil. A seleção mostra tendência a marcar gols, reforçando apostas em vitória brasileira e mercados de gols (over 1.5 ou 2.5, dependendo da odd). Considerar também handicaps leves a favor do Brasil em função da superioridade histórica e da formação com Vini Jr adiantado.
Jornal Do Comércio



