
A janela de transferências que se abre em 10 de julho pode impactar as apostas esportivas relacionadas ao Internacional, uma vez que o clube tem como meta arrecadar R$ 160 milhões até o fim do ano. A venda de jogadores-chave, como os zagueiros Vitão e Victor Gabriel, pode ser uma oportunidade para os apostadores avaliarem o desempenho do time e suas chances nas competições, dependendo da força do elenco após as possíveis saídas.
A necessidade de recuperar as finanças em 2025 faz com que o Internacional fique de olho na matemática durante a janela de transferências que abre no próximo dia 10. A meta estipulada pela direção é de vender um total de R$ 160 milhões ao longo deste ano.
Mesmo que Gabriel Carvalho saia apenas em agosto, sua negociação, que totalizou quase R$ 130 milhões, entrou no balanço de 2024. Mesmo com o valor da venda do garoto do Celeiro de Ases, o Alvirrubro fechou as contas do ano passado com um déficit de R$ 34,4 milhões, amparado no aumento das despesas, que saltaram de R$ 287,5 milhões em 2023 para R$ 404,4 milhões em 2024.
Dois jogadores que começaram a temporada à disposição do técnico Roger Machado foram negociados ainda no começo do ano. O volante Rômulo foi vendido para o Tigres do México, e o atacante Wanderson para o Cruzeiro. Entre abatimento de dívidas e recursos que entraram nos cofres, o Inter arrecadou R$ 30 milhões. Ou seja, ainda faltam R$ 130 milhões para o objetivo ser atingido. Esse valor ainda pode ser reduzido por um negócio que não envolve o Beira-Rio diretamente. É que o Atlético de Madrid ofereceu cerca de R$ 190 milhões ao Real Betis pelo volante Johnny. Se o negócio for confirmado, o Alvirrubro deverá embolsar até R$ 30 milhões.
Os R$ 100 milhões restantes? Os R$ 100 milhões restantes devem vir de vendas durante a janela de julho a setembro. Entre os jogadores que podem sair estão os zagueiros titulares Vitão e Victor Gabriel, que interessam à Europa, o reserva Kaique Rocha, que está na mira do Casa Pia, de Portugal. Além deles, também podem ser vendidos alguns garotos do profissional, como Gustavo Prado e Ricardo Mathias, além de nomes de peso, como Wesley, Valencia e Rafael Borré. Até porque é unanimidade nos bastidores que não existe jogador inegociável. Se a proposta for vantajosa para o clube e para o atleta, a venda pode ser fechada.
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