
A venda de Lucas Ferreira para o Shakhtar Donetsk pode impactar positivamente os resultados do São Paulo na temporada, já que a transferência inclui bônus que dependem de uma possível classificação à Champions League. Para os apostadores, isso pode sugerir um aumento de desempenho do time conforme buscam maximizar os lucros financeiros.
O São Paulo encaminhou a venda de Lucas Ferreira ao Shakhtar Donetsk, da Ucrânia. O jogador deve viajar no começo da semana para passar por exames médicos e acertar os últimos detalhes. Revelado em Cotia, deve assinar um contrato de cinco temporadas.
O Lance! apurou que Lucas Ferreira era visto como um bom ativo no mercado há alguns meses. Neste ano, chegou a entrar no radar de equipes como Cruzeiro, Bragantino e outros times da Europa. A negociação com o Shakhtar foi fechada por 10 milhões de euros (cerca de 63 milhões na cotação atual). Existe ainda uma bonificação na proposta de Lucas Ferreira. Se a equipe se classificar para a Champions League, o Tricolor receberá mais 2 milhões de euros (cerca de 12,6 milhões na cotação atual).
Lucas começou a ganhar espaço entre os profissionais neste ano. Em maio deste ano, teve seu contrato renovado até 2029, pensando na época em uma valorização do jogador. O Tricolor Paulista detém 80% dos direitos econômicos do atleta. Ou seja, deve receber 8 milhões de euros pela transferência, enquanto o restante do valor ficará com o Boavista, do Rio de Janeiro.
Carlos Belmonte, diretor de futebol do São Paulo, conversou com a imprensa após o jogo contra o Vitória e confirmou o interesse do mercado em Lucas Ferreira. Além do jogador, comentou também sobre Henrique Carmo, também revelado em Cotia e na mira do PSV. De acordo com o dirigente, o time precisará vender jogadores pensando no orçamento e no financeiro.
- Essa é uma decisão que tomamos como diretoria. É um ano que, como vocês podem observar, está muito restrito financeiramente. O São Paulo é o único time da primeira divisão que não contratou nenhum jogador por transferência - disse Belmonte.
- Não existe outra alternativa. A questão dos valores é ampla: é o mercado que dita. É preciso receber propostas e, a partir delas, avaliar se vale a pena ou não concretizar a venda de atletas - completou.
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