
Alex Sandro voltou a treinar com o elenco do Flamengo e pode ser relacionado para o clássico contra o Fluminense, domingo (12) no Maracanã, pela 11ª rodada do Brasileirão. Pulgar e Jorginho seguem no departamento médico; Everton Cebolinha e Saúl avançaram em atividades parciais. A possível volta de Alex muda a dinâmica da lateral-esquerda e oferece mais opções táticas, mas exige leitura cuidadosa sobre risco de recidiva.
Alex Sandro treina e surge como opção para o clássico com o Fluminense
Alex Sandro retomou os treinos com o grupo e entrou na mira para a lista de relacionados do Flamengo para o clássico no Maracanã. O lateral-esquerdo não joga desde o empate por 1 a 1 com o Corinthians, em 22 de março, quando saiu no intervalo para a entrada de Ayrton Lucas.
A reaparição nos trabalhos sinaliza recuperação, mas a presença em campo dependerá da avaliação final da comissão técnica e do departamento médico. Se relacionado, é provável que seja usado com cautela, considerando o histórico recente de lesão muscular.
Último jogo e condição física
O intervalo diante do Corinthians marcou o início do período sem jogos de Alex Sandro pelo clube. Voltar a treinar com o elenco é um passo importante, mas não garante titularidade imediata. A tendência é que seja integrado gradualmente para preservar ritmo e reduzir risco de nova lesão.

Pulgar e Jorginho seguem entregues ao departamento médico
Erick Pulgar, com lesão na articulação acromioclavicular do ombro direito, e Jorginho, com problema muscular na panturrilha esquerda, continuam fora das opções. Ambos permanecem em tratamento e são desfalques confirmados para o clássico.
A ausência de Pulgar retira uma opção de volumetria no meio-campo. A falta de Jorginho afeta a rotação e força o Flamengo a buscar alternativas internas ou ajustes táticos.
Impacto da dupla fora
Sem Pulgar, o time perde um jogador de presença física e construção no setor de marcação. Sem Jorginho, o elenco perde mobilidade e experiência em determinadas funções. A combinação força o treinador a repensar dinâmica defensiva e opções de saída de bola.
Cebolinha e Saúl avançam, mas sem pressa
Everton Cebolinha e Saúl voltaram a fazer atividades parciais com o grupo na sexta-feira (10). O atacante se recupera de fratura na costela; o volante, de cirurgia no calcanhar esquerdo. Ambos deram sinais positivos, mas seguem em fase de readaptação.
A retomada parcial indica evolução no processo, porém é prematuro esperar retorno imediato à equipe. A utilização dependerá de intensidade dos treinos e da resposta do corpo nas próximas sessões.
O que a evolução dos lesionados significa para a escalação
Cebolinha fornece horizontes de resolução ofensiva quando disponível; Saúl amplia opções de equilíbrio no meio. Ainda assim, a comissão técnica tende a priorizar leituras conservadoras para evitar retrocessos, usando os dois inicialmente em minutos controlados.
No Flamengo, Leonardo Jardim supera por muito início no Cruzeiro
Implicações táticas para o clássico no Maracanã
A possível volta de Alex Sandro reabre o debate sobre titularidade na lateral-esquerda: manter Ayrton Lucas, que vem respondendo, ou trazer o jogador de maior experiência no setor. A decisão influenciará laterais na recomposição e saída pelo flanco.
Com Pulgar e Jorginho fora, o Flamengo pode optar por um meio mais compacto ou por jogadores com maior capacidade de transição. A leitura do adversário e a urgência do resultado pesarão na escolha do treinador.
O que esperar do jogo
Espera-se um Flamengo atento à integridade física dos retornos e pragmático na escalação. Alex Sandro oferece solução familiar e experiência, mas é plausível que comece como opção no banco. Cebolinha e Saúl seguem na planilha de retaguarda, com chances de participação limitada caso o técnico precise dos últimos 20–30 minutos.
Conclusão
O Flamengo ganhou sinais positivos na recuperação de jogadores-chave, com Alex Sandro em posição de voltar a ser relacionado para o clássico contra o Fluminense. Ainda assim, o equilíbrio entre pressa e prudência será determinante: integrar reforços sem expor atletas a risco repetido é a prioridade, enquanto a ausência de Pulgar e Jorginho exige soluções táticas imediatas.
Odia Ig Br



