“Sem guerra não há glória”. A faixa exibida na arquibancada oeste inferior do Estádio Nilton Santos resumiu perfeitamente a noite alvinegra. Em um Brasileirão que reserva 38 batalhas, o Botafogo venceu uma das mais simbólicas: goleou o Cruzeiro por 4 a 0, diante de 15.307 torcedores, encerrando um longo jejum diante do rival — 15 anos sem vencer em casa e 10 anos sem triunfo oficial em Minas Gerais. O Resenha do Bairro esteve presente no estádio e convidou alguns bairristas para comentar a partida direto das arquibancadas: Heleno Bugler, Marcelo Pontes, Cristóvão Oliveira, Rodrigo Barreto, Josimar Santos, Waguinho Pinheiro, Maik Raimundo, Rodrigo Santos, Matheus Müller e Misael Santos. A proposta era simples: ouvir a voz de quem vive o jogo de perto. --- Antes da bola rolar: emoção e alerta Com as equipes em campo para o minuto de silêncio, Matheus Müller explicou o motivo da homenagem: o cãozinho Orelha, mascote de um bairro de Florianópolis, sacrificado após ataques de adolescentes. Cristóvão Oliveira trouxe o clima para o jogo: > “Hoje o nosso Biriba vai morder essa Raposa.” A confiança era grande, mas a preocupação apareceu cedo. Logo no primeiro minuto, Rodrigo Barreto demonstrou apreensão com a postura agressiva de Fagner: > “Tem que orar para o Montoro não virar alvo.” --- Primeiro tempo equilibrado e tenso O Botafogo começou melhor. Aos 2 minutos, Montoro cruzou fechado e Kaiki Bruno afastou. Aos 7, nova boa trama alvinegra: Santi achou Vitinho, que cruzou, mas a defesa do Cruzeiro cortou. A primeira finalização foi da Raposa. Matheus Pereira arriscou de média distância, e Neto defendeu com segurança. Aos 13’, Montoro colocou na área, Arthur Cabral desviou e quase abriu o placar. Cristóvão comentou: > “Essa bola tem que achar o Arthur Cabral pra ele ganhar confiança com a camisa.” O Cruzeiro respondeu aos 14’, com Kaio Jorge desviando de cabeça, sem perigo. Aos 16’, Lucas Silva recebeu cartão amarelo após entrada dura. Barreto brincou: > “Esse aí vai ser expulso. Velho e ingênuo.” Aos 21’, Kaio Jorge chegou a marcar após driblar Neto, mas o gol foi corretamente anulado por impedimento após longa checagem do VAR. Heleno Bugler analisou: > “A zaga fica muito exposta com as linhas altas. Barboza é lento e o Neto demora a reagir.” O jogo seguiu equilibrado. O Cruzeiro passou a ter mais posse, enquanto o Botafogo apostava nas transições. Aos 35’, a imagem de John Textor no telão provocou protestos da torcida: > “Presta atenção! Muito respeito com a camisa do Fogão!” No fim do primeiro tempo, Allan ainda arriscou de fora da área, mas sem sucesso. A etapa inicial terminou com 49% de posse para o Botafogo, contra 51% do Cruzeiro. --- Segundo tempo: domínio e eficiência O Botafogo voltou ligado. Logo aos 47’, Montoro fez grande jogada individual, passou por quatro adversários e achou Arthur Cabral. O centroavante deu passe preciso entre as pernas do zagueiro para Danilo, que bateu de bico e venceu Cássio: 1 a 0. Maik Raimundo se empolgou: > “Que jogada linda! Esse Montoro é diferenciado.” O Cruzeiro tentou reagir e teve três boas chances com Gerson, todas neutralizadas pela defesa e por Neto. Em uma delas, Vitinho salvou em cima da linha. O meia cruzeirense acabou deixando o campo machucado. Aos 75’, o golpe decisivo: Matheus Martins ganhou na velocidade de Fagner e finalizou no canto de Cássio: 2 a 0. > “Rapaz, estão deixando a gente sonhar”, disse Misael. O Botafogo não tirou o pé. Aos 84’, Danilo iniciou a jogada, Santi acionou Nathan, que cruzou para o próprio Danilo marcar de cabeça: 3 a 0. Já nos acréscimos, Artur aproveitou erro de Matheus Henrique, driblou Cássio e fechou a goleada: 4 a 0. Josimar provocou: > “Esse é o Cruzeiro que dizem que vai ficar no top 3?” Misael completou: > “Pelo menos essa vitória anima… porque nos bastidores é só tristeza.” Maik finalizou em tom de resenha: > “Se a justiça não deixar vender nossos jogadores, já posso me iludir?” Risadas gerais. --- Próximos compromissos O Botafogo volta a campo domingo, às 20h30, contra o Fluminense, pela 5ª rodada do Campeonato Estadual, no Estádio Nilton Santos. Pelo Brasileirão, o próximo desafio será quarta-feira, às 21h30, contra o Grêmio, na Arena do Grêmio, marcando o reencontro com o técnico Luis Castro.

Sem guerra não há glória: Botafogo goleia o Cruzeiro e encerra jejum histórico no Nilton Santos

“Sem guerra não há glória”. A faixa exibida na arquibancada oeste inferior do Estádio Nilton Santos resumiu perfeitamente a noite alvinegra. Em um Brasileirão que reserva 38 batalhas, o Botafogo venceu uma das mais simbólicas: goleou o Cruzeiro por 4 a 0, diante de 15.307 torcedores, encerrando um longo jejum diante do rival — 15 anos sem vencer em casa e 10 anos sem triunfo oficial em Minas Gerais.

O Resenha do Bairro esteve presente no estádio e convidou alguns bairristas para comentar a partida direto das arquibancadas: Heleno Bugler, Marcelo Pontes, Cristóvão Oliveira, Rodrigo Barreto, Josimar Santos, Waguinho Pinheiro, Maik Raimundo, Rodrigo Santos, Matheus Müller e Misael Santos. A proposta era simples: ouvir a voz de quem vive o jogo de perto.

Antes da bola rolar: emoção e alerta

Com as equipes em campo para o minuto de silêncio, Matheus Müller explicou o motivo da homenagem: o cãozinho Orelha, mascote de um bairro de Florianópolis, sacrificado após ataques de adolescentes.

Cristóvão Oliveira trouxe o clima para o jogo:

“Hoje o nosso Biriba vai morder essa Raposa.”

A confiança era grande, mas a preocupação apareceu cedo. Logo no primeiro minuto, Rodrigo Barreto demonstrou apreensão com a postura agressiva de Fagner:

“Tem que orar para o Montoro não virar alvo.”

Primeiro tempo equilibrado e tenso

O Botafogo começou melhor. Aos 2 minutos, Montoro cruzou fechado e Kaiki Bruno afastou. Aos 7, nova boa trama alvinegra: Santi achou Vitinho, que cruzou, mas a defesa do Cruzeiro cortou.

A primeira finalização foi da Raposa. Matheus Pereira arriscou de média distância, e Neto defendeu com segurança.

Aos 13’, Montoro colocou na área, Arthur Cabral desviou e quase abriu o placar. Cristóvão comentou:

“Essa bola tem que achar o Arthur Cabral pra ele ganhar confiança com a camisa.”

O Cruzeiro respondeu aos 14’, com Kaio Jorge desviando de cabeça, sem perigo. Aos 16’, Lucas Silva recebeu cartão amarelo após entrada dura. Barreto brincou:

“Esse aí vai ser expulso. Velho e ingênuo.”

Aos 21’, Kaio Jorge chegou a marcar após driblar Neto, mas o gol foi corretamente anulado por impedimento após longa checagem do VAR. Heleno Bugler analisou:

“A zaga fica muito exposta com as linhas altas. Barboza é lento e o Neto demora a reagir.”

O jogo seguiu equilibrado. O Cruzeiro passou a ter mais posse, enquanto o Botafogo apostava nas transições. Aos 35’, a imagem de John Textor no telão provocou protestos da torcida:

“Presta atenção! Muito respeito com a camisa do Fogão!”

No fim do primeiro tempo, Allan ainda arriscou de fora da área, mas sem sucesso. A etapa inicial terminou com 49% de posse para o Botafogo, contra 51% do Cruzeiro.

Segundo tempo: domínio e eficiência

O Botafogo voltou ligado. Logo aos 47’, Montoro fez grande jogada individual, passou por quatro adversários e achou Arthur Cabral. O centroavante deu passe preciso entre as pernas do zagueiro para Danilo, que bateu de bico e venceu Cássio: 1 a 0.

Maik Raimundo se empolgou:

> “Que jogada linda! Esse Montoro é diferenciado.”

O Cruzeiro tentou reagir e teve três boas chances com Gerson, todas neutralizadas pela defesa e por Neto. Em uma delas, Vitinho salvou em cima da linha. O meia cruzeirense acabou deixando o campo machucado.

Aos 75’, o golpe decisivo: Matheus Martins ganhou na velocidade de Fagner e finalizou no canto de Cássio: 2 a 0.

> “Rapaz, estão deixando a gente sonhar”, disse Misael.

O Botafogo não tirou o pé. Aos 84’, Danilo iniciou a jogada, Santi acionou Nathan, que cruzou para o próprio Danilo marcar de cabeça: 3 a 0.

Já nos acréscimos, Artur aproveitou erro de Matheus Henrique, driblou Cássio e fechou a goleada: 4 a 0.

Foto: Jogador do Botafogo comemora gol contra o cruzeiro (Reprodução/Vitor Silva/Instagram/@botafogo)

Josimar provocou:

“Esse é o Cruzeiro que dizem que vai ficar no top 3?”

Misael completou:

“Pelo menos essa vitória anima… porque nos bastidores é só tristeza.”

Maik finalizou em tom de resenha:

“Se a justiça não deixar vender nossos jogadores, já posso me iludir?”

Risadas gerais.

Próximos compromissos

O Botafogo volta a campo domingo, às 20h30, contra o Fluminense, pela 5ª rodada do Campeonato Estadual, no Estádio Nilton Santos.

Pelo Brasileirão, o próximo desafio será quarta-feira, às 21h30, contra o Grêmio, na Arena do Grêmio, marcando o reencontro com o técnico Luis Castro.

Foto destaque: Faixa da torcida do Botafogo (Reprodução/Sérgio Nascimento/Resenha do Bairro)

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