
Lewis Hamilton virou a disputa com Max Verstappen nas voltas finais do Grande Prêmio do Canadá em Montreal, ultrapassando o rival da Red Bull para assegurar o segundo lugar e elogiar a qualidade do confronto; Kimi Antonelli venceu a prova e a atuação reforçou a evolução recente da Ferrari.
Hamilton supera Verstappen e transforma duelo em cartão‑postal do GP do Canadá
Lewis Hamilton assumiu a vice‑liderança na volta 62 em Montreal ao executar uma ultrapassagem externa na Curva 1 sobre Max Verstappen, pondo fim a uma perseguição tensa que foi um dos grandes momentos da corrida vencida por Kimi Antonelli. A manobra confirmou o melhor resultado de Hamilton desde sua chegada à Ferrari e expôs um equilíbrio de forças entre Ferrari e Red Bull.
Como a disputa se desenrolou
Verstappen havia passado Hamilton ainda no início, explorando a vantagem de velocidade de reta da Red Bull. Hamilton, com pneus médios, respondeu com um stint mais rápido e consistente, fechando a diferença volta a volta. A troca decisiva veio após gerenciamento de energia e potência por parte de Hamilton, que escolheu frear mais tarde e atacar por fora na Curva 1.

Reações dos protagonistas
Hamilton descreveu o duelo como "absolutamente incrível" e chamou Verstappen de "um dos grandes", sublinhando respeito e intensidade competitiva. Verstappen também valorizou a batalha: "Foi muito bom. Eu gostei bastante", reconhecendo que ambos empurraram ao limite nas voltas finais.
O que isso significa para Ferrari e Red Bull
A performance de Hamilton evidencia a evolução técnica da Ferrari: ganho de ritmo em curvas e melhor consistência de stint colocaram o time em posição de lutar de igual para igual. Ainda assim, a Red Bull manteve vantagem clara nas retas, lembrando que o equilíbrio entre setores continua sendo o fator decisivo nas corridas.
Implicações práticas
Hamilton ter vencido a batalha direta por pista demonstra que a Ferrari consegue agora criar oportunidades ofensivas, mas também que a estratégia e a gestão de potência são cruciais — especialmente em circuitos onde as retas favorecem a Red Bull. Para Verstappen, manter pressão mesmo após perder a posição reforça sua capacidade de resposta imediata.
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O que vem a seguir
A corrida em Montreal marca um ponto de inflexão emocional: Hamilton sai fortalecido em confiança e a Ferrari com provas concretas de progresso. A margem no resto da temporada dependerá de como cada equipe ajusta a velocidade nas retas versus desempenho em curvas, além da capacidade de administrar pneus e sistemas de energia nas fases decisivas das corridas.
Resumo
A clássica disputa Hamilton‑Verstappen em Montreal teve técnica, coragem e acabamento refinado — a corrida provou que a temporada seguirá viva em batalhas diretas, com Ferrari capaz de desafiar a supremacia da Red Bull quando as condições e a estratégia convergem a seu favor.
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