
Hulk teve nova atuação apática no empate sem gols do Fluminense com o Independiente Rivadavia pelas oitavas de final da Copa Libertadores, com três finalizações sem direção, perda de posse 11 vezes e vaias no Maracanã — números que acentuam a pressão sobre o reforço e preocupam a torcida e a comissão técnica para o duelo de volta.
Hulk apaga no Maracanã e preocupa o Fluminense na Copa Libertadores
Hulk foi titular no 0 a 0 com o Independiente Rivadavia, pelas oitavas de final da Copa Libertadores, e saiu vaiado do Maracanã após participação discreta.
Hulk finalizou três vezes, nenhuma no gol, somou apenas 30 ações com a bola e perdeu a posse 11 vezes, segundo plataformas de estatística.
A atuação reduz o impacto esperado do atacante, contratado para ser referência ofensiva do Fluminense na temporada.
Números detalhados da atuação
Finalizações e perigo real
Hulk teve três finalizações e xG de 0,15, indicador de pouco perigo criado nas chances que recebeu.
O empate sem gols mantém o confronto aberto, mas a performance do camisa 7 não ajudou a inclinar a balança a favor do Tricolor.
Participação e condução de jogo
Hulk registrou 30 ações com bola e percorreu 38,1 metros em quatro conduções — mobilidade presente, mas sem consequências ofensivas.
O atacante entrou pouco nos mecanismos de criação que o time tentou estabelecer.

Criação e passes
Foram dois passes decisivos e xA de 0,08, números pobres para alguém contratado como referência ofensiva.
Apesar disso, o aproveitamento de passe foi alto: 12 acertos em 14 tentativas (86%) e 10 em 11 na metade adversária (91%), sinal de decisões muitas vezes seguras porém pouco verticais.
Dribles, duelos e cruzamentos
Hulk não completou dribles no jogo, disputou dois duelos no chão e não venceu nenhum. Tentou seis cruzamentos, acertando apenas um.
Esses dados mostram baixa eficiência nas ações individuais que poderiam desequilibrar uma partida truncada.
O que esses números significam para o Fluminense
Hulk, até o momento, tem um gol em sete jogos oficiais pelo Fluminense, sequência insuficiente para quem chega com status de peça-chave.
A combinação de pouca penetração, perda de posse frequente e baixa criação intensifica a cobrança da torcida e aumenta a necessidade de correções técnicas ou táticas por parte da comissão técnica.
A alta precisão de passe indica que o problema não é a distribuição, mas sim a falta de finalizações efetivas e de mobilidade decisiva no último terço.
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Implicações para a Libertadores e próximos passos
O empate em casa deixa a vaga em aberto, mas obriga o Fluminense a evoluir ofensivamente na partida de volta. A equipe precisa extrair mais dinamismo de suas referências e garantir que as ações de Hulk resultem em perigo real.
Treinador e departamento técnico têm opções: ajustar o posicionamento do camisa 7, explorar combinações com meio-campistas mais incisivos ou reduzir sua carga de jogo até que recupere confiança.
Conclusão — pressão crescente e necessidade de resposta
A atuação no Maracanã evidencia que Hulk ainda não se tornou o protagonista esperado no Fluminense. Os números não mentem: participação limitada, pouca criação e ações ofensivas pouco efetivas aumentam a pressão sobre o atacante.
A resposta precisa vir rápido — seja por ajuste tático, readaptação de funções ou uma sequência de jogos melhores — porque a campanha na Copa Libertadores e a paciência da torcida dependem de um desempenho visivelmente superior.
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