
Vasco tem como prioridade contratar o zagueiro Lautaro Di Lollo, do Boca Juniors, para reforçar a imposição aérea da defesa; o clube argentino pede US$ 20 milhões, valor que complica a negociação. A diretoria busca fechar ao menos uma contratação antes de avançar na liberação de Alan Saldivia.
Vasco mira Lautaro Di Lollo para reforçar defesa
Vasco definiu o perfil que busca: um zagueiro destro, com presença física e capacidade aérea. Lautaro Di Lollo, 22 anos, aparece como opção que se encaixa tecnicamente e taticamente ao projeto do técnico Pedro Emanuel.
Valor pedido pelo Boca Juniors dificulta avanço
Boca Juniors exige cerca de US$ 20 milhões para liberar o defensor, cifra considerada elevada pela diretoria cruzmaltina. Esse preço torna a negociação complexa e força o Vasco a avaliar alternativas de estruturação financeira ou opções de mercado.
Por que o clube prioriza essa contratação
A escolha passa por uma necessidade clara: melhorar o aproveitamento nas bolas aéreas e oferecer mais opções para linhas de quatro ou três zagueiros. Di Lollo traz características físicas que o clube entende faltar ao elenco, aumentando concorrência interna e versatilidade defensiva.

Impacto direto sobre Alan Saldivia
A chegada de um novo zagueiro com perfil semelhante reduziria o espaço de Alan Saldivia. A diretoria pretende só negociar a saída do uruguaio após assegurar reforços, para não empobrecer a rotação defensiva. Saldivia interessa a Huracán, Lanús e Talleres, mas qualquer negócio dependerá da movimentação antes no mercado.
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Obstáculos e caminhos possíveis
Do ponto de vista pragmático, o Vasco enfrenta duas frentes: compatibilizar valor e condições com o Boca e avaliar alternativas caso a negociação não avance. Opções incluem buscar empréstimos, negociações por porcentagens de direitos ou mirar nomes com perfil semelhante em mercados menos onerosos.
O que isso significa para o time e a temporada
Se concretizada, a contratação altera imediatamente a dinâmica defensiva de Pedro Emanuel, oferecendo mais presença aérea e opções táticas. Sem o reforço, o clube corre o risco de manter uma carência clara na equipe, limitando ajustes em confrontos que privilegiam jogo aéreo.
Próximos passos
Espera-se que a diretoria formalize proposta nos próximos dias ou busque alternativas. O desfecho dependerá tanto da disposição do Boca em negociar quanto da capacidade do Vasco em montar uma operação financeiramente viável. Para o torcedor, a prioridade é cristalina: reforçar a defesa antes de abrir mão de peças do elenco.
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